Biblioteca Sinhá Junqueira abre as portas para o público a partir de 7 de fevereiro

Com acervo de 11 mil obras, a Biblioteca conta com diversas salas de leitura e de computadores, auditório, área infantil, café, entre outros; entrada será gratuita.

A partir do dia 7 de fevereiro, a Biblioteca Sinhá Junqueira estará aberta ao público. Com um acervo inicial de 11 mil obras, mais de 15 salas de leitura e 40 computadores à disposição, o objetivo da antiga Biblioteca Cultural Altino Arantes será o de promover o acesso ao livro e à leitura em múltiplas plataformas, possibilidades e sentidos.

“Será um local que mistura tradição e modernidade, com o prédio histórico restaurado e a construção da nova área em um ambiente que foi planejado para oferecer muito conforto aos usuários”, afirma Ciro Monteiro, coordenador da Biblioteca Sinhá Junqueira.

Foto: Divulgação

Uma equipe composta por três bibliotecários, um agente cultural e quatro assistentes de leitura ficará responsável pelo atendimento ao público e organização da programação, que contará com saraus, conversa com o leitor, clubes de leitura, contação de histórias para crianças, entre diversas outras atividades.

“É um espaço aberto a todos, desde as crianças até pessoas com mais de 60 anos”, afirma Ciro, destacando também que a Biblioteca Sinhá Junqueira conta com elevadores para acessibilidade de pessoas com problemas de mobilidade e deficientes físicos, além de equipamentos modernos que possibilitam a leitura por deficientes visuais e acervo em braile.

O horário de funcionamento da biblioteca que está localizada na Rua Duque de Caxias, 547 – Centro, será de terça a sexta-feira, das 10h às 20h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h, todos os dias com entrada gratuita.

Reforma

Liderado pelo arquiteto Dante Della Manna, com a restauração a cargo da arquiteta Maria Luiza Dutra, o projeto da reforma foi autorizado pelo Conppac (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural) e também foi acompanhada pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo).

Além da restauração do imóvel levantado em 1932, foram construídos mais de 900 m² de uma área moderna ao redor do casarão que abrigará auditório para 58 pessoas, salas de leitura e de computadores, área infantil, além de um café.

Ao todo, foram R$ 11 milhões investidos, sendo R$ 5,5 milhões na reforma do casarão e R$ 5,5 milhões na construção da nova área, tudo financiado pela Fundação Educandário “Cel. Quito Junqueira”, entidade com fins sociais e filantrópicos.

Foto: Divulgação

Mudança do nome

O novo nome foi a forma encontrada para homenagear a idealizadora do projeto de criar uma biblioteca que fosse inclusiva e destinada a levar livros a todos. Sinhá Junqueira deixou expresso em seu testamento o desejo de criação da Biblioteca e Altino Arantes foi o responsável por sua instalação.

Da Redação

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