Do que se trata a inversão?

Inverter a ordem dos fatores pode alterar o produto, no caso da Educação

Quando pensamos em um modelo que centra o conteúdo no professor e deixa pouca autonomia para os alunos, estamos diante de uma ação mais passiva do aluno. Inverter essa ordem altera o modo como o professor ensina e como o aluno aprende.

Quando o objetivo é ensinar, não se medem os esforços necessários para esta tarefa. A Educação é um fluxo vivo e em constante experimentação, já que novas metodologias e tecnologias a cada vez oferecem mais possibilidades aos docentes e discentes.

O professor está em sala produzindo um produto, o saber. O aluno será um sujeito que vai produzir a partir do que aprendeu, vai agir em sociedade com o que vai receber desta ação docente. Por isso, é necessário estarmos atentos ao que já não convence no ensino e na aprendizagem.

A proposta da sala de aula invertida é menos conteúdo expositivo por parte do docente e uma melhor otimização do tempo e das abordagens feitas em sala. Se o aluno estiver preparado para a aula presencial com antecedência, pode aproveitar e absorver mais o conteúdo proposto para a disciplina. Leia mais sobre o assunto aqui.

A sala de aula invertida demonstra ganhos em relação à metodologia tradicional, já que o aluno tem que ser ativo ao se preparar para a participação em aula. O que desejamos para nossos alunos é que eles participem efetivamente do momento em sala, que tragam colaborações substanciais para a aula e para os colegas. Alunos em ação promovem uma aula mais robusta e essa é a recompensa do professor, que está a todo momento focado em planejar uma aula mais atrativa e sólida para seus alunos.

Autor

Caroline Petian

É jornalista e doutora em Comunicação e Cibercultura.

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