Alunos de Ribeirão Preto se preparam para ‘maratona’ dos vestibulares estaduais

É preciso levar as particularidades dos exames em consideração na hora de estudar; livros obrigatórios podem ser encontrados nas escolas da rede

alunos-de-ribeirao-preto-se-preparam-para-maratona-dos-vestibulares-estaduais

Na hora de prestar o vestibular, os alunos da região de Ribeirão Preto precisam lidar não só com a pressão do momento, mas se atentar às diferenças entre eles. Embora de conteúdo semelhante, as provas possuem exigências e formatos muito variados. Espalhadas pelo mês de novembro, os processos seletivos da Unesp, Unicamp e USP acontecem nos dias 13 (próximo domingo), 20 e 27 de novembro, respectivamente.

Universidade pública com o maior número de alunos da rede estadual, a Unesp tem como principal característica o foco nas áreas de humanidade. A primeira fase é uma prova de Conhecimentos Gerais com 90 questões múltipla escolha. Para a segunda fase, dois dias de prova são realizados. O primeiro dia abrange 24 questões dissertativas de Conhecimentos Específicos, já no segundo, 12 questões da área de linguagens e uma redação são aplicadas.

A Unicamp, ao contrário das outras universidades estaduais, possui somente 4 alternativas nas 90 questões da sua primeira fase e são cobradas duas redações de gêneros diversos na segunda fase. Nos últimos anos, uma grande variedade foi pedida, como cartas, discursos, manifestos, verbetes, etc.

Considerada a prova mais difícil, a FUVEST encerra o calendário de vestibulares das estaduais paulistas. Embora também conte com 90 questões na primeira etapa de seleção, a diferença fica por conta das 9 questões interdisciplinares. E atenção, para não ser desclassificado do processo seletivo, o estudante deve fazer no mínimo 27 acertos.  A segunda fase ocorre durante três dias e conta com questões específicas que variam segundo a carreira escolhida no terceiro.

Leitura Obrigatória

Na Praia Grande, na escola Jardim Bopeva, um professor utilizou de um meio criativo para incentivar os seus alunos a lerem as obras obrigatórias pedidas por Fuvest e Unicamp. Com a ajuda da tecnologia, os alunos adaptaram as obras para as telinhas e produziram curtas-metragens.  As salas de leitura e bibliotecas da rede contam com a maior parte das obras pedidas e podem ser consultadas facilmente pelos alunos.

Fonte: Assessoria de Comunicação e Imprensa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Autor

Kennedy Oliveira

É formado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pelas Faculdades COC (atualmente Estácio). É pós-graduado em Comunicação: linguagens midiáticas, pelo Centro Universitário Barão de Mauá.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *