POW Festival encerra sua 3ª edição conectando Ribeirão Preto

Com mais de 12 mil ingressos baixados, a programação aconteceu nos dias 6 e 7 de dezembro, no espaço A Fábrica.

Ribeirão Preto encerrou neste domingo, dia 7 de dezembro, a terceira edição do POW Festival, que ao longo do fim de semana transformou a cidade em um grande encontro de criatividade, inovação, tecnologia, arte e cultura. Com acesso totalmente gratuito, mais de 13 mil pessoas participaram das atividades distribuídas por todas as áreas do espaço A Fábrica.

O grande destaque do domingo foi a apresentação de Arnaldo Antunes. O artista levou ao POW Festival o repertório do álbum “Novo Mundo”, lançado em 2025, além de clássicos que atravessam gerações. O público lotou a área do palco principal e vibrou ao som de canções como “O Pulso”, “Já Sei Namorar”, “Socorro”, “Fora de Si” e “Comida”. No palco, o ex-integrante dos Titãs e cofundador dos Tribalistas uniu poesia, presença cênica e musicalidade em um espetáculo performático que levou os fãs a uma viagem de energia e nostalgia.

Com acesso totalmente gratuito, mais de 10 mil pessoas participaram das atividades durante o evento
Foto: Rafael Cautella

“É uma alegria estar aqui trazendo o nosso ‘Novo Mundo’. É final de ano, mas é sempre bom celebrar o nosso Réveillon cotidiano”, disse Antunes, antes de emendar “1º de janeiro”, um dos principais sucessos de seu novo trabalho.

Na sequência, a banda Debbie Smith Lipstick, de Ribeirão Preto, assumiu o encerramento da noite com um repertório que reviveu a atmosfera do pós-punk e da new wave dos anos 1980, com interpretações de The Cure, Siouxsie and The Banshees, a-ha, entre outros nomes emblemáticos da época.

O cantor Arnaldo Antunes foi o grande destaque do último dia do POW Festival, com clássicos da carreira e músicas do novo álbum
Foto: Rafael Cautella

Programação cultural e criativa

O domingo também foi marcado por uma intensa agenda de palestras e oficinas, que ampliaram o diálogo entre tecnologia, educação e criatividade. Ao longo do dia, os visitantes participaram de atividades que abordaram temas como realidade virtual, inteligência artificial, sustentabilidade, processos criativos e cultura digital.

A proposta de aproximar o público de novas linguagens e ferramentas esteve presente em cada espaço da programação, com oficinas de amigurumi, mangá, paper toys e até combates com sabres de luz, atividades que estimularam a imaginação, a colaboração e a expressão artística.

Durante os dois dias, o POW Festival manteve fluxo constante de visitantes em todas as áreas. Simuladores de jogos, ambientes imersivos, instalações tecnológicas, espaço neon, festival de animação e exposições artísticas receberam o público desde as primeiras horas de abertura. Para muitos participantes, o evento representou a primeira oportunidade de vivenciar experiências em realidade virtual, interagir com recursos de inteligência artificial ou explorar práticas artísticas de forma acessível e descomplicada.

É o caso da empresária Denise Miranda, de Jardinópolis. Ela e a filha, Maria Luiza, de 11 anos, participaram pela primeira vez do POW Festival.

Foto: Divulgação

“Eu não conhecia o espaço e achei maravilhoso, com muita cultura, música boa, arte e diversidade, que é o mais importante”, comentou Denise. “É bem legal ver todo mundo aqui, de gerações e estilos diferentes, em um mesmo lugar, que acolheu cada um”, completou Malu.

Da Redação

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