Beatles 4Ever promove encontro de gerações no Teatro Municipal

Espetáculo musical “O sonho não acabou” mostrou a trajetória dos Beatles, que já vem encantando várias gerações.

A banda paulista Beatles 4Ever existe desde 1976, sendo considerada por muitos como a mais antiga do Brasil. Durante muitos anos, foi mais conhecida como “a banda do Marcus Rampazzo”.

Com a partida desse grande músico, a Beatles 4Ever continua mantendo sua tradição de fazer shows que primam pelos detalhes, com arranjos bem próximos ao que ouvimos nos álbuns dos Beatles, além do figurino, com roupas e cenários representando as diferentes fases dos seus ídolos.

E o Teatro Municipal de Ribeirão Preto recebeu na sexta-feira (06/03), o musical “O sonho não acabou”, em que a banda cover Beatles 4Ever contou, em detalhes, a trajetória da banda mais importante de todos os tempos.  Desde sua criação, o Beatles 4Ever já se apresentou em todo o território brasileiro e em parte da América do Sul, ultrapassando a marca de 5 mil shows.

Foto: Evelise Livramento

As apresentações começaram com a fase Beatlemania, marcada pelos icônicos cortes de cabelo e ternos pretos usados pelos Beatles. O amadurecimento musical dos Beatles tem início com o lançamento do álbum, filme e single “Help”, marcado também pelo primeiro show em estádio aberto da história, no Shea Stadium em Nova Iorque. A evolução musical dos Beatles é marcada pela fase psicodélica, tendo seu auge com o álbum Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band e com o desenho Yellow Submarine. Neste momento, as cores tomaram conta do espetáculo, com o uso das fardas, interpretações e músicas divertidas.

Foto: Evelise Livramento

A última fase do espetáculo foi composta pelas músicas lançadas próximas à separação dos Beatles, quando já começavam a transparecer seus estilos individuais. Foram diversas canções que emocionaram o público presente.

Kennedy Oliveira

É formado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pelas Faculdades COC (atualmente Estácio). É pós-graduado em Comunicação: linguagens midiáticas, pelo Centro Universitário Barão de Mauá.

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: