ZUMTHREE inicia 2026 celebrando encontros e a música em família
Trio formado por Dimi Zumquê e as filhas Julia Lilás e Luisa Farias inicia temporada 2026 em Ribeirão Preto, no dia 7 de fevereiro, na Biblioteca Sinhá Junqueira, às 17h.
Há projetos musicais que nascem de uma conversa, outros de ensaios, alguns por conta de editais e ainda por outros caminhos. O ZUMTHREE nasceu da sala de casa – de um hábito antigo e simples: ouvir, cantar e descobrir músicas juntos. Em 2026, o trio formado por Dimi Zumquê e as filhas Julia Lilás e Luisa Farias inicia uma nova temporada em Ribeirão Preto com apresentação no dia 7 de fevereiro (sábado), às 17h, na Biblioteca Sinhá Junqueira. A entrada é aberta e gratuita.
Neste reencontro com o público, o projeto marca uma etapa de continuidade e amadurecimento, unindo gerações ao misturar clássicos da MPB, sucessos internacionais e canções autorais, sempre com arranjos que valorizam a identidade de cada integrante e o encontro das três vozes. A proposta é simples e potente: transformar diferenças de repertório em diálogo — e fazer disso um show. O projeto é incentivado pelo Fundo Municipal de Cultura de Ribeirão Preto, por meio do Edital Cultura em Ação – Programa Municipal de Fomento às Culturas.
Dimi Zumquê destaca que o ZUMTHREE carrega, no palco, a mesma dinâmica que o originou.
“O que a gente faz no show é muito parecido com o que sempre aconteceu em casa: cada um traz uma referência, a gente experimenta, escolhe, ajusta e encontra um jeito de contar aquilo juntos. Em 2026, a ideia é ampliar esse repertório e aproximar ainda mais o público dessa experiência”, afirma.
O trio conta, mais uma vez, com a participação de Victor Grili (bateria e vocais) e Eder Bortolato (baixo acústico e elétrico). A técnica de som é assinada por Bill Santos.

Repertório em movimento
O espetáculo mantém a característica de circular por estilos e épocas, alternando compositores brasileiros, hits internacionais e momentos autorais. O roteiro é pensado para criar uma narrativa fluida, com espaço para surpresas e para a interação com a plateia — sem perder o foco no que sustenta o projeto: a sintonia entre as vozes e o vínculo familiar como linguagem artística.
Para Julia Lilás, a temporada 2026 reforça um sentimento que o trio descobriu em cena.
“Tem algo muito especial em dividir esse palco com o meu pai e a minha irmã. A música vira um lugar de troca real, e isso aparece no jeito como a gente canta e partilha a experiência no palco”, diz.
Com mais de quatro décadas de trajetória musical, Dimi Zumquê sempre manteve a música como parte do cotidiano familiar. Durante o período de isolamento da pandemia, as apresentações improvisadas cresceram e viraram registros em vídeo, lives e encontros musicais que consolidaram a formação do trio.
“Eu me sinto em casa quando estou cantando com eles. É uma sensação de pertencimento muito forte — como se a gente convidasse o público para entrar um pouco nessa história que é nossa, mas que se amplia no encontro com quem assiste”, afirma Luisa Farias.

Um projeto que nasceu da convivência
Na construção do repertório, as filhas tiveram participação direta ao levar referências contemporâneas da música internacional — muitas delas descobertas em séries e produções audiovisuais — enquanto Dimi apresentou clássicos da MPB e da Jovem Guarda. O resultado é um repertório que costura épocas e estilos sem hierarquia, criando uma identidade própria para o ZUMTHREE.

