Vocação e missão
E nessa sexta-feira temos a terceira história da Coluna “Preces de Esperança”. Vale a pena conferir!
Esta semana, dia 4 de agosto, foi o dia do padre, e hoje, em “Preces de Esperança”, não trago, como de costume, mais uma experiência vivida pelo Capelão Pe. Josirlei e traduzida por mim em letras.
Nesse texto em 1ª pessoa, quero expressar minha alegria por ter tido a oportunidade de conhecê-lo e, mais que isso, poder aprender a ser um pouco mais humana a partir de suas partilhas vividas dentro dos hospitais, além de passar adiante essas histórias para que elas inspirem mais pessoas.
Frente à Capelania, ele não é só um padre, não é só o homem da Palavra de Deus, o evangelizador, não é só o pregador da fé cristã, não é só o comunicador da Igreja.
Ao assumir a bonita missão de amenizar dores acessando a alma do próximo, de forma leve e natural, ele se torna presença do Cristo misericordioso junto dos que sofrem, de suas famílias e de todas as equipes dos hospitais. Íntimo de Deus, ele doa ajuda espiritual e religiosa, lembrando que, na enfermidade e nos momentos de fragilidade, o Pai está ali e não abandona nenhum de Seus filhos.

Ao acolher “seus” pacientes, Padre Josirlei é carismático e portador da esperança. Tem um pouco do pai, da mãe, do irmão, do amigo… Capaz de olhar e ouvir com empatia e compaixão a criança, o jovem ou o idoso.
Ao sorrir para as equipes dos hospitais, ele é presença aguardada, é calmaria, é alento, é segurança.
A tecnologia nos aproximou na pandemia. E um dia, ele me disse em uma de nossas conversas:
– Queria ter o seu dom! – referindo-se ao dom da escrita.
Digo que também queria ter o seu, padre! Rs. Mas Deus deu dons diferentes a cada um de nós para que, em comunhão, eles pudessem se complementar.
Escrever e eternizar suas vivências é um grande presente; elas inspiram e sugerem uma ressignificação do nosso olhar acerca da vida…
Deus abençoe seu dom, sua vocação e sua missão, Padre Josirlei!
Lucimara Souza

