Solinftec apresenta nova geração de robôs agrícolas durante a Agrishow

Tecnologia desenvolvida pela empresa amplia o uso de inteligência artificial física e automação das operações no campo.

A Solinftec, empresa brasileira com atuação global em inteligência artificial e soluções sustentáveis para o agronegócio, apresenta durante a Agrishow 2026, em Ribeirão Preto (SP), uma nova etapa de sua estratégia em robótica agrícola. A companhia lança a expansão de seu portfólio com uma família de robôs autônomos voltados à operação no campo.

Após consolidar o primeiro modelo do Solix, o X1, como referência em operações autônomas, a empresa introduz dois novos equipamentos: o Solix XT e o Solix XC. A proposta é ampliar a atuação com múltiplos robôs capazes de aumentar a cobertura operacional e oferecer maior autonomia ao produtor.

O movimento marca um novo momento para a companhia, que avança na consolidação da chamada IA física, em que inteligência artificial deixa de apenas gerar insights e passa a executar decisões diretamente no campo, com autonomia, precisão e escala

Com a novidade, a empresa busca transformar uma tecnologia já validada em uma nova categoria de operação. A família de robôs foi desenvolvida para aplicar inteligência artificial em diferentes culturas, escalas e etapas produtivas, com foco na distribuição das atividades, redução de gargalos e maior controle das operações.

“Essa nova geração é a escala: quando a autonomia deixa de ser solução e passa a ser infraestrutura do campo. Com uma família de robôs, ampliamos essa capacidade para diferentes realidades, passando a operar o campo de outra forma” afirma Léo Carvalho, CGSO (Chief Global Strategy Officer) da Solinftec

Solix XT pode operar por até 50 horas, com capacidade de cobertura de até 500 hectares
Foto: Divulgação

A nova arquitetura operacional combina diferentes perfis de atuação. O Solix XT é voltado à operação contínua ao longo do ciclo produtivo, com foco em frequência, consistência e aplicação seletiva. O modelo pode operar por até 50 horas, com capacidade de cobertura de até 500 hectares, inicialmente em culturas como a cana-de-açúcar.

Já o Solix XC foi desenvolvido para operações em larga escala, priorizando velocidade e intensidade. Com autonomia de até 70 horas e capacidade de cobrir até 1.000 hectares por ciclo, o equipamento atua em culturas como soja, milho e algodão, com aplicações seletivas e em área total.

Segundo Léo Carvalho, os dois modelos têm funções complementares. Enquanto o XT atua na manutenção contínua do campo, contribuindo para a redução de variabilidade e antecipação de problemas, o XC é direcionado a momentos em que há necessidade de execução rápida em grandes áreas.

A combinação dos equipamentos permite reduzir a dependência de operações manuais e aumentar a previsibilidade, ao integrar controle contínuo e escala operacional em um mesmo sistema.

Da Redação

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